Online News 18-12-2000 " O rótulo e a publicidade devem informar com clareza de que tipo de água se trata" A Portaria 470 Termina dia 24 o prazo de enquadramento na Portaria nº 470 do Ministério de Minas e Energia. O documento estabelece, em seu artigo 2º, as seguintes obrigatoriedades para rótulos de águas: Art. 2º - O requerimento deverá ser instruído com o modelo de rótulo pretendido, do qual deverão constar os seguintes elementos informativos: I – nome da fonte; II – local da fonte; III – classificação da água; IV – composição química, expressa em miligramas por litro, contendo, no mínimo, os oito elementos predominantes, sob a forma iônica; V – características físico-químicas na surgência; VI – nome do laboratório, número e data da análise da água; VII – volume expresso em litros ou mililitros; VIII – número e data da concessão de lavra, e número do processo seguido do nome "DNPM"; IX – nome da empresa concessionária e/ou arrendatária, se for o caso, com o número de inscrição do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ, do Ministério da Fazenda; X – duração, em meses, do produto, destacando-se a data de envasamento por meio de impressão indelével na embalagem, no rótulo ou na tampa; XI – se a água for adicionada de gás carbônico, as expressões "gaseificada artificialmente"; XII – as expressões "Indústria Brasileira". Parágrafo único – Os elementos de informação referidos nos incisos I,II e IV a XII deste artigo deverão constar do rótulo de forma legível, em destaque, devendo ocupar, no mínimo, um quarto da área total do mesmo, sendo os elementos indicados nos incisos I e X impressos em caracteres destacados dos demais. (Revista EmbalagemMarca, nº 17, novembro de 2000, pág. 32) Odor de rosas em líquido O sabonete Phebo Odor de Rosas, da Sara Lee Household & Bodycare do Brasil, acaba de ganhar a versão líquida. Como diferencial tem uma embalagem com sistema de fechamento seguro, para que possa ficar pendurado no boxe do chuveiro durante o banho. (Revista SuperHiper, nº 303, novembro de 2000, pág. 120) Vitopel investe US$ 40 milhões A argentina Vitopel, joint venture entre o banco inglês J.P Morgan e a indústria de alimentos argentina Arcor, anunciou um investimento de US$ 40 milhões em sua unidade brasileira para expandir a produção de filmes plásticos de polipropileno biorientado – BOPP, para produção de embalagens metalizadas, como saquinhos de salgadinhos Elma Chips. Com o investimento, a capacidade instalada da Vitopel vai dar um salto de 11 mil toneladas/ano para 36 mil toneladas/ano no final de 2002, no Brasil. Somada à capacidade da fábrica argentina, de 26 mil toneladas/ano, a Vitopel produzirá 62 mil tonelada/ano, com resultado estimado em US$ 13 milhões anuais a partir de 2003. (Revista Alimentação, nº 36, dezembro de 2000, pág. 31) Soluções biodegradáveis A Eastman e a Mazin International desenvolveram uma solução totalmente biodegradável, do produto à embalagem. Os "pinos" de golfe biodegradáveis são produzidos em compostos de polímeros moldáveis e degradáveis Mazin para uso em operações de extrusão e manufatura de partículas moldadas. As embalagens, em filme copoliéster Eastar Bio, da Eastman, completam a solução. O Eastar Bio é um copoliéster alifático-aromático, que se quebra rapidamente na presença de biomassa, dióxido de oxigênio e água. Pode substituir o polietileno, sem necessitar de máquinas especiais ou trocas de processos, além de uma resistência superior às baixas temperaturas. (Revista Embanews, nº125, dezembro de 2000, pág. 10) Novelprint introduz etiqueta multipáginas A Novelprint lançou em setembro a etiqueta Label Mídia, exclusivo sistema de rotulagem multipáginas. Com capacidade de 16 dobras, a Label Mídia permite a inclusão de informações publicitárias ou promocionais em uma única embalagem. Segundo Izildinha Mana, gerente de Marketing da Novelprint, a nova etiqueta é um meio de comunicação inovador que possibilita a divulgação de diversos produtos, concursos e campanhas promocionais de uma mesma empresa, agregando valor sem interferir no design da embalagem. (Revista Abigraf, nº 190, setembro/outubro de 2000, pág. 08)