Redes protetoras de polietileno para frutas Atenta às necessidades do mercado quanto à proteção de produtos FLV, a Joongbo Química do Brasil, especializada em desenvolver mantas de polietileno para proteção de equipamentos e móveis, adaptou essa tecnologia e criou as redes e mantas para frutas. Os produtos garantem a proteção contra impactos e oferecem maior segurança nas operações de transporte e manuseio. Além disso, as redes e mantas de polietileno expandido de baixa densidade funcionam como uma barreira contra o calor. Nos formatos de células fechadas, elas podem ser encontradas em tamanhos e diâmetros variados. As redes são leves e possuem grande flexibilidade e elasticidade e são resistentes à ação de produtos químicos. O produto é ecologicamente correto, pois é produzido em processos não-poluentes, em que não se utiliza a adição de fluocarbonetos (CFCs) além de ser totalmente reciclável, o que contribui para uma redução do custo de sua comercialização. (Revista Frutas & Legumes, nº 7, nov/dez 2000, pág.05) Para microondas A General Brands está lançando a Pipoca Digimon para microondas nos sabores natural e manteiga light com 30% menos de gordura. O produto vem acondicionado em embalagens hermeticamente fechadas de 100 gramas coloridas para atrair o público infanto-juvenil, de 4 a 14 anos. A embalagem externa é feita de BOPP perolizado, polietileno, duas camadas de filme, impressas em flexografia. A embalagem interna, que vai para o microondas, é feita de papel siliconizado, ou seja, passa por um processo químico que permite estourar as pipocas aproveitando as microondas do forno e ao mesmo tempo protegendo o alimento. (Revista Embalagem & Cia, nº 154, janeiro de 2001, pág.08) Acima dos R$ 100 bilhões Em 2000, pela primeira vez na história, a indústria alimentícia ultrapassará a casa dos R$ 100 bilhões em faturamento. O crescimento nominal da receita, que deverá ficar ao redor de 10,5% sobre a obtida no ano passado, quando atingiu R$ 92,3 bilhões, tem como grande comprador o mercado interno. As vendas computam alta de 2,1% no acumulado dos últimos 12 meses encerrados em agosto. As exportações, ao contrário, despencam e acusam queda de 9,1% no mesmo período. Nos primeiros oito meses deste ano - último levantamento - as vendas externas de alimentos somaram US$ 4,85 bilhões ante os US$ 5,34 bilhões gerados no mesmo período de 1999. O faturamento global do setor alimentício entre janeiro e agosto aponta alta de 0,8%, alcançando R$ 64,7 bilhões. (Revista Alimentação, nº 36, dezembro de 2000, pág.30) Potes de papelão para manteiga Até hoje, manteiga e margarina eram produtos embalados em papel laminado ou em potes plásticos. Agora, na Europa, a rede de supermercados Carrefour está utilizando um pote de papelão para acondicionar manteiga. O recipiente e sua tampa Ecoclip foram desenvolvidos pelo fabricante de embalagens Can Packing em conjunto com a Stora Enso. A embalagem passou por testes nos quais foram examinadas sua resistência à exposição de gordura do produto e sua viabilidade ao ser transportada e estocada. O fundo do recipiente recebeu o revestimento Ensobarr, que garante as propriedades de isolamento. O pote é o primeiro à base de papelão para manteiga comercializado em uma rede de hipermercados. (Revista Embanews, nº 126, janeiro de 2001, pág.14) Embalagens para exportação da Box Print Grupograf A Box Print Grupograf, que recentemente recebeu a certificação ISO 9001, apresentou suas embalagens em eventos como a MercoAgro e a Fispal, intensificando sua participação no mercado alimentício. Um dos segmentos contemplados pela empresa é o mercado de carnes voltado para exportação, em que as embalagens possuem rigidez superior aos cartões tradicionais, resistente ao peso e à umidade. Ideal para a linha de carnes e para os cortes de exportação com mais de 20 quilos, estas embalagens possuem qualidade de impressão que valoriza a marca do produto. A Box Print Grupograf também lançou neste ano o envelope para bacon fatiado em que não são utilizadas fitas adesivas para o fechamento, "apenas uma cola mais prática, rápida e que dispensa a mão-de-obra pelo uso de uma máquina aprimorada", explica o diretor comercial da empresa, Sérgio Londero Jarros. (Revista Nacional da Carne, nº 286, dezembro de 2000, pág.40)