N o t í c i a s on line news 12.11.2000 Embalagem de remédio genérico vai mudar Letra maior e nova identificação visual são as mudanças As embalagens dos remédios genéricos vão mudar. Além de a palavra vir em letra maior e com mais destaque, haverá outro tipo de identificação visual para diferenciá-los dos medicamentos de marca e dos similares. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, José Serra. Serra visitou no dia 01/12 uma farmácia especializada em genéricos, aberta há uma semana, em Ipanema, na zona sul do Rio. Ele comprou o genérico Raniditina, por R$ 10,71, (substitui o Antac, um antiácido que custa R$ 24,10). "Os laboratórios terão um prazo de quatro meses para usar o novo lay-out, que será fornecido pelo ministério", disse o ministro. O dono da farmácia, Ilan Gorin, só foi avisado da visita do ministro uma hora antes. Ele explicou o que diferencia seu estabelecimento de outros do ramo: os genéricos estão agrupados em ordem alfabética do produto ativo, com identificação do remédio que substitui e o preço dos dois. Ao chegar, Serra comparou o preço do antidepressivo Prozac (R$ 46,42), com o seu genérico, cloridrato de fluoxitina (R$ 24,57). "É quase a metade do preço", disse. Ao comprar a Raniditina o ministro só tinha duas notas de R$ 10,00 e recorreu a uma assessora, que lhe deu R$ 1,00 para facilitar o troco. (Jornal do Comércio- Rio de Janeiro, 02 de dezembro de 2000) Relevo Araujo aposta mercado de cosméticos Com um investimento de R$220 mil na compra de equipamentos, a Relevo Araujo está apostando na produção de embalagens para o mercado cosmético. A empresa oferece agora recursos como thermo-offset, hot stamping com holograma decorativo, hot stamping com relevo combinado e holografia com movimentação. Segundo Wlademir Araujo, diretor da empresa, os novos produtos já estão em teste, alcançando boa aceitação. A Relevo utilizará sua atual estrutura para o início das atividades no segmento de embalagens. Sua capacidade de produção, estimada em um milhão de cartuchos, deverá atender às pequenas e médias tiragens e será direcionada para a produção de pequenos cartuchos para perfumaria e cosméticos. (Revista Abigraf, nº 190, setembro/outubro de 2000, pág. 8) Setor de papel e celulose investirá U$ 6,6 bilhões até 2005 O presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) apresentou ao ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Comércio Exterior, Alcides Tápias, o plano de investimento do setor de celulose e papel, que prevê investimentos de U$ 6,6 bilhões até 2005. A projeção é de que a capacidade instalada de celulose tenha um acréscimo de 45% e a de papel, de 17%. Segundo o presidente da Bracelpa, Boris Tabacof, o programa de investimento está baseado em estudos feitos por consultorias internacionais. Hoje, a capacidade de produção de celulose é de 7,2 milhões de toneladas/ano de celulose e 6,9 milhões de toneladas/ano de papel. "A produção está próxima da capacidade instalada do setor, chegando ao nível de 95% no primeiro semestre deste ano, com o crescimento da economia implicando na destinação de maiores quantidades para suprir o mercado interno. Por isso, a expansão das exportações desse setor competitivo e de elevadas vantagens comparativas exige a imediata retomada dos investimentos em novas capacidades", disse Boris tabacof. Assim, o crescimento da participação do Brasil no mercado internacional está dependendo de investimentos a serem implementados até 2005. Segundo a Bracelpa, a demanda mundial de celulose deve crescer a um ritmo de 2,7% ao ano. Para o papel, a taxa de crescimento estimada é de 2,8% ao ano. Com a consolidação dos investimentos previstos, o superávit da balança comercial do setor deve saltar de U$ 2,03 bilhões, previstos para este ano, para US$ 2,816 bilhões em 2005. Os novos investimentos vão contemplar as áreas de reflorestamento (US$ 910 milhões), celulose (US$ 4,088 bilhões) e papel (US$ 1,566 bilhão, somando US$ 6,564 bilhões. (Revista Printbr, nº 7, outubro de 2000, pág. 11) No embalo do Natal Elas são práticas, funcionais e, no embalo das festas de final de ano, tornam-se sempre mais atraentes. Afinal, as embalagens tanto podem valorizar produtos de baixo custo, transformando simples lembranças em presentes de impacto, como conferir aos artigos mais caros um toque todo especial. Este é o caso, por exemplo, dos invólucros disponibilizados pela Cromus – líder no segmento de embalagens metalizadas, com 70% de participação - , que acaba de lançar quatro novas estampas com motivos alusivos à data, bem como duas padronagens especialmente desenvolvidas para o púbico infantil. Segundo Eduardo Aguila Cincinato, diretor comercial da empresa, por serem apresentados em formato "saco" (em nove tamanhos diferentes), os lançamentos poupam o tempo e mão-de-obra dos consumidores, e especialmente dos lojistas, que poderão reduzir as filas na seção de pacotes ao dispensar o uso de acessórios como fitas adesivas, cola e tesoura numa época em que o fluxo das lojas aumenta significativamente. Por outro lado, quem estiver procurando praticidade no envio de brindes e materiais promocionais pode contar com as embalagens cilíndricas coloridas, em papel monolúcido, produzida pela Cia. dos Tubos. Presente há 11 anos no mercado, a empresa conta atualmente com três linhas de produtos: tubos postais, ideais para envio de calendários e malas-diretas via correio; tubos promocionais, capazes de acondicionar os mais variados produtos, de bebidas e camisetas; tubos de utilidades, que assimilam as funções de cofres para moedas e porta-lápis. De acordo com Fábio Bom Ângelo, diretor da Cia. dos Tubos e presidente ANFAB, além de práticas e versáteis, as embalagens tubulares ainda permitem a inserção de logomarcas ou outras mensagens comerciais, sendo que as artes-finais poderão ser elaboradas internamente, pela equipe de criação da empresa. (Revista About, nº 607, 4 de dezembro de 2000, pág. 16) Embalagem para pré-cozidos e congelados O mercado de alimentos pré-cozidos e congelados atrai, a cada dia, consumidores que buscam praticidade e qualidade em suas refeições. As embalagens convencionais dividem espaço com novas soluções, como é o caso das embalagens multidivisões para aquecer alimentos no forno. Para atender esse segmento, a Huhtamaki Van Leer e a Stora Enso, empresas que buscam novas soluções, desenvolveram embalagens com divisões, cores, design e técnicas de impressão digital e serão fabricadas com papelão, que proporciona redução de custos e é ecologicamente correto. Produzida pela Stora Enso como alternativa às de alumínio e plástico, a embalagem Ensoven é revestida por película plástica, moldável para facilitar sua utilização. Imagens em quatro cores podem ser impressas diretamente no papelão, dispensando o uso de etiquetas extras. (Revista Pack, nº 39, novembro de 2000, pág. 6)